domingo, 5 de julho de 2015

Recompensas pelo Caminho

Hoje o blog retorna com um tema que sempre segui desde os primórdios da minha carteira - as recompensas que devemos nos dar durante a longa caminhada para Independência Financeira.


Assisto várias pessoas que ficam tão obcecadas por ter um aporte maior no mês que acabam esquecendo de aproveitar a vida. Vejo pessoas que ficam fazendo contas que se economizar no cafezinho ou no passeio com a família terão alcançado a IF em trinta anos. Mas e aí? Será que trinta anos perdidos compensarão a IF? Você só vai curtir a vida quando tiver 60 anos? Você aproveitará a infância dos seus filhos ou vai querer economizar uma viagem com sua família para aportar mais R$ 500,00 reais no mês.

Ao meu ver nem 8 e nem 80.

Gosto bastante de economizar dinheiro e considero um mês sem aporte um mês perdido, mas isso não me faz deixar de aproveitar a vida pra uma chegada mais rápido à Independência Financeira.

E é isso que me faz me dar alguns presentes pelo caminho. Considero isso uma premiação pela minha disciplina e foco em manter os meus investimentos e não sair torrando o meu dinheiro pra comprar um carrão ou um imóvel maior.

E como faço isso?

Simples, sempre estabeleci metas e ao completá-las eu me dava um presente por tê-la cumprido. Desde o início estabeleci que ao completar um acréscimo de 50k no patrimônio eu me daria um presentinho.

Com isso já fiz uma viagem maravilhosa com minha família, já comprei um bike top, já fui um dia no Shopping com minha filha e esposa e torramos 1k num dia ,...

Agora a minha próxima recompensa será quando alcançar 250k e eu já escolhi o presentinho. Será um Vara de Pescar com Carretilha pika das galáxias. A pescaria é um dos meus hobbies e  há um bom tempo venho namorando esse Kit de Pesca. Acho que até o final do ano eu estreio essa vara:)

E você amigo leitor, já se deu uma recompensa por uma meta atingida?

Até a próxima 

Bons Dividendos$$$ 

10 comentários:

  1. Boa dividendos também me dou esses presenta, mas geralmente fica sempre para o final do ano aonde eu tiro alguma coisa do dividendos mensais.
    O que acontece com a classe média é que esta classe no geral não consegue diferenciar um ativo de um passivo e devido a isto é comum acontecer endividamento precoce.
    Outra fator que devemos considerar é que quando mais novos devemos ser mais radicais com a frugalidade e carreira é nessa na fase de acumulação de capital que temos que fazer um sacrifício maior, o presente podem ser tirados dos dividendos mensais sem afetar o crescimento do bolo ou mesmo de trades bem sucedidos.
    Depois que temos uma base e dividendos constante podemos separar um % por ano para viagens lazer etc e isso não afetaria em nada nosso bolo, mas o que acontece com a classe média é que ela tira essa quantia do salário e ainda precisa parcelar tudo e pagar juros ao bancos e imposto ao governo, deste modo ela só alimenta o sistema empobrece precisando trabalhar cada vez mais para ter cada vez menos, é exatamente este fator que as pessoas não entendem.
    Geralmente se usa uma desculpa módica de filosofia carpe diem KKKKK agora lhe digo minha esposa pegou uma gripe recentemente e só com remédios foi 100 reais fora os dias que ela não foi trabalhar e não recebeu por isso , pois trabalha por hora, agora imagine o quanto de gastos com saudade e remédios teremos na idade avançada, é o que lhe digo as pessoas fazem tudo ao contrario KKk quando tem que trabalhar mais elas trabalham menos e quando é preciso trabalhar menos elas trabalham mais para alimentar intermediários do sistema.





    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Essa ordem contrária de trabalhar menos quando deveria trabalhar mais é verdade. Mas é fato que a renda da maioria das pessoas é bem limitada.
      A limitação da renda faz com se tenha que fazer escolhas entre gastar agora em muitos casos até se endividando ou deixar para o futuro para poder fazer a mesma coisa sem endividamento. Pra quem busca vida financeira de qualidade começando com pouco ou nada é praticamente impossível não sacrificar algumas coisas no presente para colher algum fruto futuro.
      Acho que o mais viável é trabalhar, investir e acumular durante um temo programado de preferencia médio prazo para a partir daí ir diminuindo o rigor financeiro e começando a fazer coisas até então inviáveis.
      O que se pode tirar de lição disso é aprender a se satisfazer e na medida do possível ser feliz com pouco. Pra valorizar mais a melhora material que virá depois sem se deslumbrar com isso.

      Excluir
    2. Anon devemos nos colocar em nosso lugar nível e estabelecer metas e objetivos, principalmente quanto novos porque depois de velho não há muito o que se fazer é só sentar esperar a morte chegar.
      O primeiro passo é reconhecer onde nos encontramos no sistema, medir o tamanho de nosso orçamento e quais luxos são ou não compatíveis com ele, não deixe o dinheiro dominar ações domine o dinheiro por meio de ações.
      Simples de entender , mas difícil de colocar em prática..sem dor sem ganho.
      Sem luta sem vitória e assim por diante, é como você querer vencer a guerra antes de ir a luta!
      Ou desertar antes do começo da guerra.
      Frugalidade é para quem tem equilíbrio emocional para saber onde se encontra no matrix , pão durismo é ao contrario é falta desequilibro e consumismo idem.
      O fator primordial primeiro é se olhar no espelho e se contentar com o orçamento atual , se quer algo melhor você ter que aumentar a coluna de ativos pense como uma empresa e será bem sucedido pense como classe média e será mais um que sustentara o sistema.





      Excluir
  2. Parabéns Dividendos também tenho o mesmo pensamento...

    ResponderExcluir
  3. O Mauro Calil, escritor e professor de finanças, defende que a verba de lazer seja aumentada de tempos em tempos. Com essa estratégia, aos poucos estaremos com um valor expressivo para gastar mensalmente.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Faço isso tb. Meus gastos aumentam proporcionalmente ao aumento do meu salário e os aportes tb. E como diz no texto do post, de tempos em tempos, ao concluir uma meta estabelecida eu me permito a me dar um presente maior. Abraços

      Excluir
  4. Faço um pouco diferente. Ao invés de dar uma cacetada eu travo um gasto fixo por mês para mim de forma que aquele dinheiro não pode ser usado com ninguém a não ser comigo, posso gastar com o que quiser sem dar satisfação nas contas do mês, ou seja lanço nos controles XX gasto pessoais e não detalho com o que foi, apesar de que geralmente gasto com widgets ou livros enfim coisas do meu interesse.


    Mas acho importante o investidor separar uma grana para usufruir, claro tudo com o bom senso não adianta o cara ter uma taxa de poupança de míseros 10% e querer sair justificando isso para gastar, primeiro precisa fazer o dever de casa.

    ResponderExcluir
  5. A partir do próximo estarei fazendo isto. Atingi a meta.

    ResponderExcluir
  6. A partir do próximo estarei fazendo isto. Atingi a meta.

    ResponderExcluir